sexta-feira, 12 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Câmara aprova urgência do
Projeto de Lei das Guardas Municipais - PL
1332
O mérito do projeto não foi votado, portanto a matéria irá à Plenário e poderá ser aprovada na próxima semana.
O projeto de lei que
regulamenta as guardas municipais foi votado nesta quinta-feira (11-07-13) pela
Câmara dos Deputados, a proposta foi apresentada há uma década pelo deputado
Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP). O mérito do projeto não foi votado, portanto a
matéria irá à Plenário na próxima semana.
Atualmente, o exercício da
profissão não é regulado por nenhuma lei federal, apesar de estar descrito na
Classificação Brasileira de Ocupações (CBO)
de responsabilidade do Ministério do Trabalho e Emprego, que tem
portarias para definir a profissão. Acredito que esse projeto
será um passo importante para nós Guardas Municipais, não é o ideal, mas, temos
que conquistar melhorias aos poucos.
Para o momento esta será uma regulamentação possível ainda sobra
grande espaço para continuarmos avançando na paisagem social e jurídica do pais.
Agora o projeto de lei original
do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP), tramita em caráter conclusivo e já
foi aprovada pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado,
na forma de um texto substitutivo, vários pontos foram alterados.Os futuros comandantes, gestores serão Guardas de carreira dentro das instituições, isto irá repercutir dentro do Conselho Nacional das Guardas Municipais onde sua direção é composta por comandantes não deixa de ser um avanço e trará impacto a médio prazo em mudança de comportamento.
Conheça na integra o texto do PL 1332.

quarta-feira, 10 de julho de 2013
NOTA DE REPÚDIO À REDE GLOBO
NOTA DE REPÚDIO
À REDE GLOBO
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Bom dia, gostaria de expressar a minha insatisfação, descaso e incompetência do responsável pela reportagem exibida ontem sobre o desfile de 9 de Julho no Ibirapuera. Pelo seguinte motivo..em momento algum, constou na reportagem as imagens da Guarda Civil Metropolitana desfilando e muito menos, foi noticiado a presença dos Agentes no Desfile. Por que a Globo não convida um oficial do Exército para comentar o desfile? todo ano é a mesma coisa, vcs colocam um membro da polícia militar para comentar e como já é de praxe, o mesmo sequer divulga a presença dos Agentes da GCM, isso é um enorme desrespeito, descaso e demonstração de uma total incompetência e parcialidade na produção de uma reportagem. Se vcs não sabem, existem no Brasil, aproximadamente 200.000 agentes da Guarda Civil nas centenas de cidades de todo o território nacional, e a GCM de São Paulo é a mais importante de todas e é inaceitável uma emissora do porte e importância da Rede Globo ser conivente com uma equipe e um oficial incompetente que desrespeita toda uma categoria com o seu SILÊNCIO.." A segurança pública está evoluindo, e as Guarda Civis são parte importantíssima neste segmento, pois possuem o respeito e admiração da população e agem com bom senso e sempre respeitando os Direitos Humanos do Cidadão. Ao contrário das Polícias Militares que são oriundas da Ditadura Militar e repressão e como vemos todos os dias, não estão dando conta e resolvendo os problemas de criminalidade da Cidade de São Paulo. Por este motivo, na condição de Jornalista, Teólogo e Agente da Guarda Civil Metropolitana eu solicito mais respeito e transparência nas reportagens produzidas pela Rede Globo. E ainda, informo que eu não represento oficialmente nesta Nota a Corporação e tampouco o Poder Público. JOÃO LUIZ MARTINS SANTANA Jornalista / Teólogo www.policiamunicipaldobrasil.com |
A REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA DE 1932 E A GUARDA CIVIL !!!
segunda-feira, 8 de julho de 2013
08 maio 2012
Carta ao Autor do Projeto de Lei 1332/2003 - Deputado Federal Arnaldo Faria De Sá
Bem sabemos que como homem público ficou a frente da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, onde com muito profissionalismo conduziu uma das maiores instituições policiais do Brasil.
Conforme podemos ver em parte da justificativa de alteração do Projeto inicial:
- "O originário art. 1º, portanto, transformamos no art. 2º do substitutivo, excluindo a referência a serem os guardas municipais “servidores policiais” e “agentes da autoridade policial”, mantendo a natureza de corporação armada como faculdade. Ressaltamos o caráter da função protetiva, preventiva e comunitária, ressalvadas as competências dos demais entes federados."
- Ainda, "Substituímos a expressão “guardas civis” por “guardas municipais”, seguindo o exemplo dos demais relatores que se pronunciaram sobre a matéria. Excluímos as referências a “polícia municipal” e “segurança pública”, deixando para momento posterior a eventual alteração constitucional as incursões nesse sentido. Descartamos a instituição do Conselho Federal das Guardas Civis; e a garantia de repasses do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP)...".
- Por fim, "Tivemos o cuidado de excluir as alusões de serem as guardas municipais órgãos “policiais” ou de "segurança pública".
Gostaríamos muitíssimo que Vossa Excelência e demais Deputados Federais que efetivamente se preocupam com o BEM GERAL DA NAÇÃO e PRINCIPALMENTE com o CIDADÃO, que apresentem emendas ao Substitutivo, trazendo a essência do projeto inicial e rejeitando as alterações obscuras apresentadas ao projeto em trâmite.
Leia o Parecer com o Substitutivo na íntegra, clik em cima da palavra: Inteiro teor
- Apresentação do Parecer do Relator n. 2 CSPCCO, pelo Deputado Fernando Francischini (PSDB-PR). Inteiro teor
- Parecer do Relator, Dep. Fernando Francischini (PSDB-PR), pela aprovação deste, das Emendas nºs 1/2003, 2/2003 e 3/2011, apresentadas na CSPCCO, dos PLs 5.959/05, 4.821/09, 7.937/10 e 201/11, apensados, com substitutivo, e pela rejeição dos PLs 2.857/04, 3.854/04, 7.284/06, 1.017/07, 3.969/08, 6.665/06, 4.896/09 e 6.810/06, apensados. Inteiro teor
RECURSO DE DEFESA OPERACIONAL
O Recurso de Defesa Operacional foi elaborado por profissionais da área de segurança pública, que são lutadores profissionais de MMA (Mixed Martial Arts), e preencheram uma lacuna entre o conhecimento de uma arte marcial e a aplicabilidade profissional. Com a evolução social e o advento da grande divulgação dos combates de mistos de artes marciais, os profissionais da área de segurança (pública ou privada) cada vez mais ganhavam resistência nas suas ações de controle pessoal, que muitas vezes eram sobrepujadas, por agressores, lutadores ou aventureiros, que ganhavam confiança nas investidas contra os agentes, por muitas vezes aprendiam suas técnicas em simples vídeos colhidos na internet. Daí a necessidade da integração dessas duas áreas profissionais, fornecendo aos agentes um recurso de defesa contra novas investidas e a utilização de “técnicas” como agressão.
Com todos os quadros apresentando uma necessidade de capacitação do profissional de segurança, para sua própria proteção, é que foi criado o recurso, tomando-se em conta as experiências vivenciadas pelos agentes no dia a dia e suas especificidades. O RDO foi criado com o intuito de auxiliar os agentes de segurança no exercício de suas funções, onde a necessidade de intervenção por parte do agente determine a imobilização ou condução de um agressor. As intervenções devem sempre observar três aspectos: Prioridade, Necessidade e Responsabilidade, no primeiro o agente avalia o motivo pelo qual estará executando a sua ação e quais as diretrizes a serem adotadas para o evento, no segundo o agente é obrigado a utilizar as técnicas e os meios necessários e apropriados para garantir a integridade de suas funções e o terceiro é onde o agente explora todo o profissionalismo que lhe cabe, controlando emoções, visando uma melhor execução das técnicas e garantindo os direitos de todos os envolvidos no evento.
O Guarda Municipal e Mestre de Capoeira o Sr. Antônio Augusto de Olinda Santos o juntamente com o Policial Militar e Mestre de Luta Livre o Sr. André Gustavo Félix Fernandes, também lutadores profissionais conhecidos no mundo da luta como "Garra" e "Mau-Mau", através dos seus vastos conhecimentos na área operacional e nas artes marciais, desenvolveram inicialmente grandes trabalhos, na capacitação dos profissionais da área de segurança pública, tanto na Guarda Municipal, quanto na Polícia militar do Rio de Janeiro respectivamente. O objetivo desse dois foi alcançado e com a união com outros profissionais, que também viram a necessidade do agente de segurança, aprender a se proteger mesmo sem o uso de armamento, o RDO foi criado e esse trabalho vem sendo realizados em várias esferas de atuação policial, respeitando sempre o sigilo dos treinamentos.
